sábado, 13 de novembro de 2010

POEMA ( WIKIPEDIA POEMA WWW POEMA WWW POEMA WIKIPEDIA )


A cigarra que canta em algum galho /
evoca outonos que foram /
escritos em poemas nas folhas mortas amarelecidas /

decaídas como anjos de árvores decíduas /
caduciformes vegetais dado ao tempo amarelo /
do morto em folhas esparsas pelo chão /
- o solo dos passos /
(As cigarras em cuja sombra medrou a poética de Olegário Mariano / edulcorado princípe dos poetas entre cigarras /
- essas filhas aladas dos cantares /
habitantes do reino de signos da Bíblia natural /
que dista três asas de mariposas ou mais /
léguas de arcanjos e querubins herbáceos ) /

A cigarra de outras chuvas derramadas /

( quantas chuvas ainda serão derramadas!) /
junto ao vôo da mariposa em solitude /

ouço a bater na telha /
no martelo e na bigorna /
no estribo do ouvido /
conjunção que continuará a ouvir cigarra /

em tempos que virão com o manto do céu por dobra e reino /
da minha vida que ouve o amor /
até na mínima cigarra /
que diz da vida em água e luz /
mistura química do mel /
posto na flor em abelha voando /
(e houve o amor /
até na cigarra silente à gelosia /
delével nas gotas da chuva que fustigam)/
com o chicote na mão do vento /
o qual sopra o anjo com bochecha inflada /
- um anjo em menino soprando na fonte do chafariz /
as mentes do tataravô avô filho e neto(a) /
andarilhas pelo tempo /
a palmilhar pelos tempos do seres humanos em suas fases de vida /
dentro das quatro faces da mente humana /
distribuídas da tataravó à neta (o) /
olhando o mundo através do corpo do tempo /
que os encarna em seres ) /

O anjo menino em estátua sobre o chafariz /
soprando o tempo em bolhas /
na água que molda o menino e o pai /
e o avô ainda giratório nas pás do moinho de tempo /
sem nenhum Dom Quixote cavalgando por perto /
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ASCETISMO (wikipedia wikcionario ascetismo wikcionario wikipedia )



A luz coada no coador da manhã /
ilumina o paralelogramo que é meu quarto /
a alcova do cenobita à São Pacômio /
onde jaz a pedra do monasticismo eremítico cristão /
fundada na alma daquele asceta /

Observando os ciclos de luz /
que tornam a manhã branca /
nos paralelogramos que formam / metade de um raio /
no ângulo de 90 graus /
posto em cada lado /
perfazendo um quarto do círculo ou circunferência /

ou a metade de um raio e um quarto do pi radiano /
pois o círculo e circunferência tem 360 graus /
e roda em parte nos quatro lados do paralelogramo /
mas somente se torna uma esfera /
quando os paralelogramos se integram num corpo maior de paralelogramos /

em quatro paralelogramos desenhados em conjunto /
a fim de perfazer o círculo completo em seus 360 graus /

na soma dos 90 graus de cada paralegramo /
( o círculo ou circunferência está inscrito(a) /
dentro de uma série de paralelogramos /
que põe seus ângulos de 90 a 90 graus /

até girar o motor Otto do tempo-espaço em 360 graus /
o ângulo integral do espaço /
com seus seno co-senos e tangentes /
pelo vão da língua matemática /
que conceitua a natureza espacial e temporal /
- dentro do paralelogramo sou e estou /

inscrito e circunscrito no quadrante de suas linhas /
ou segmentos de retas /
afogado e respirando por guelras nos ângulos rodopiantes /

- ângulos e senos em redemoinho /
e moinhos de vento oriundos em terras internas de Van Gogh ) /


Vendo a luz matinal na parede /
batendo o branco da flor de laranjeira dispersa /
infusa e difusa /
sinto a solidão do homem em mim /

vivendo solitário mas não em solitude /
porém num universo gregário para seres humanos /
solitário ermitões similares a zumbis /
que não sabem de si nem dos demais /
que vagam ao lado /
( o ser humano é mais uma cadeia de carbono ) /
na alva que barra a noite com a barra do dia /

Zumbi sem palmas /
sem palmeiras balouçando ao vento tempestuoso /
- zumbi sem palmares /
o ser humano com a noite encapuzando-o /
é um ser que queimou o dia e ficou com o carvão /
- carvão mais noite que a noite severa /
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

POEMA ( WIKIPEDIA POEMA WWW POEMA WWW POEMA WIKIPEDIA )


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Houve um poeta /
de verso e anverso /
- um bardo que cantou o sentimento do mundo /

num livro de poesias em mixórdia com miosótis /

Não sei se o sentimento do mundo do aedo supra / saiu despojado a buscar o mundo /
o vasto mundo com miasmas /
charcos charnecas mangues pauis impaludismo /
( malária maleita maligna /
palude paul paludismo palustre Plasmodium Anopheles ) /
estepes ravinas morenas Himalaia Alpes Andes Apalaches /
do vasto mundo mui mais vasto nas geleiras do coração de leão /

ou de um coração de pomba tombada historialmente /

na ponta da asa do arcanjo que voa sobre Goa /
Serra Leoa ou quiçá Samoa /
ilha de Samoa em canoa à toa e ao léu .../
Oh! téu-téu-da-savana! /
- pare meu estro em suas asas ) /


Eu não canto o sentimento do mundo /
pois o mundo não é meu sentimento /
esparso em flores e abelhas pelo espaço-ou-caminho-escaravelho /
mel a gosto e água límpida e fria de arroio rumorejante /
onde o girassol é também chamado de São João Batista /

porque mergulha o meu sentimento no mundo /

Meu sentimento é o mundo /

Digo como solipsista /
o que é solipsismo de fato /
sem medo de estar certo ou errado /
ou só na terra /
- monge ao longe /
desenhado pela mão em sombra do sol /
e as pegadas na areia modeladora /
que correm atrás ou à frente vão /
a caminho da solidão e solitude /
derradeiro rasto do ser /
- que é tanto ser humano quanto ser minhoca /
no paradoxo bifurcado do ser /
porquanto toda a vida enceta e termina em terra /
na escatologia deitado no anjo decaído no pó /